Lages: cadeirante é atropelada e motorista foge; Família mantém mobilização por informações que possam levar ao autor

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Familiares de Priscyla Ellyn Santos Schlieck, 33 anos, cadeirante, vítima de atropelamento na noite de domingo (22), na Rua Bruno Luersen, proximidades do Residêncial Tordesilhas, no bairro Vila Mariza em Lages, quando saia de um culto na Igreja Mais de Cristo, seguem mobilizados em busca de testemunhas que possam ajudar a identificar o motirsta, que fugiu do local sem prestar socorro, após o atropeamento.
Segundo informações dos socorristas dos bombeiros que atenderam a ocorrência, quando chegaram ao loocal encontraram Priscyla consciente e orientada, ainda em sua cadeira de rodas, apesar da gravidade das lesões. Ela apresentava fratura exposta de fêmur no membro inferior direito e uma extensa laceração na coxa. Após contenção da hemorragia, imobilização e estabilização, a vítima foi encaminhada ao Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, onde passou por cirurgias e permanece internada, devendo ainda se submeter a novo procedimento para reconstrução do joelho.
Segundo relatou um familiar a nossa redação, Priscyla está hospitalizada ainda, teve fraturas exposta, mas passa bem dentro da condição em que se encontra.
De acordo com o boletim registrado pela PM, o caso envolve lesão corporal culposa em acidente de trânsito e omissão de socorro. Testemunhas relataram que o condutor deixou o local imediatamente após a colisão, sem qualquer assistência. O veículo chegou a ser apontado inicialmente como um Tracker vermelho, mas novas informações recebidas pela família indicam que pode se tratar de um Captiva preto.
Segundo os pais, a saída sozinha foi uma iniciativa da própria vítima. E que a filha sempre se sentiu segura ao circular pelo bairro.
Além das lesões, o impacto destruiu completamente a cadeira de rodas motorizada, utilizada por Priscyla. A bateria foi arrancada e o equipamento ficou inutilizado, o que agrava ainda mais a situação da família, que relata dificuldades financeiras para arcar com novos custos e cuidados especiais após a alta hospitalar.
Mesmo diante da delicadeza do quadro, familiares mantêm contato permanente com amigos, vizinhos e autoridades, reforçando o apelo por informações que levem ao responsável. Qualquer dado que possa contribuir com a investigação pode ser repassado à Polícia Civil de Santa Catarina ou à Polícia Militar pelo telefone 190.
Foto: Divulgação
