Curitibanos: Menina de 11 anos dá à luz no banheiro de casa e Polícia Civil trata o caso como estupro de vulnerável

' ' : ' '
Uma menina de 11 anos deu à luz sozinha no banheiro da própria residência, em Curitibanos, na Serra catarinense, nesta quinta-feira (10). A mãe da criança afirmou que não sabia da gestação até o momento em que a filha entrou em trabalho de parto. O caso foi comunicado à Polícia Civil e, devido à idade da menina, é tratado como estupro de vulnerável.
Segundo o relato da mãe, ela começou a ouvir a filha gritando dentro do banheiro e, ao entrar no local, encontrou a menina sangrando e a recém-nascida já no chão. Diante da situação, ela acionou o Corpo de Bombeiros.

Quando os socorristas chegaram à residência, encontraram a menina de 11 anos sentada no banheiro, com o parto já realizado. A recém-nascida estava chorando e ainda permanecia ligada à mãe pelo cordão umbilical. Os bombeiros realizaram os procedimentos necessários, incluindo a retirada da placenta e o corte do cordão umbilical.
Na sequência, a menina e a bebê foram encaminhadas ao Hospital Regional de Curitibanos. Segundo as informações divulgadas, as duas apresentavam sinais vitais estáveis no momento do atendimento.
No hospital, a médica obstetra avaliou a menina e constatou que ela estava em bom estado geral, considerando as circunstâncias do parto. No entanto, a criança sofreu uma laceração extensa e precisou passar por sutura. Ela permanece internada e recebe acompanhamento médico.
A recém-nascida também apresentava bom estado de saúde, mas continua internada no hospital para acompanhamento.
Menina relatou que os pais não sabiam da gestação
Por ter apenas 11 anos, a situação é enquadrada como estupro de vulnerável. Pela legislação brasileira, qualquer relação sexual com pessoa menor de 14 anos é considerada crime de estupro de vulnerável, independentemente de eventual consentimento.

A Polícia Civil investiga o caso e, até o momento, nenhum suspeito foi divulgado. Entre as medidas que podem fazer parte da investigação está a realização de exames de DNA para verificar a paternidade da recém-nascida e identificar eventual responsável pela gravidez.
O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanha a situação da menina e da bebê. Até o momento, não foi informado com quem ficará a guarda da recém-nascida.
Fonte e imagens: bebemamae.com
