As Rapidinhas da Cris Menegon

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Aqui a informação é sucinta, rapidinha e sem frescura.
Política - O jogo das parcerias políticas está afunilando, e em Santa Catarina não é diferente. O PP estadual, depois de dançar uma “vaneira” para lá e para cá, decidiu ficar com o governador Jorginho Mello. Parece uma boa escolha, embora o partido tenha até julho para bater o martelo oficialmente. Resta saber se Esperidião Amin sairá como candidato a deputado federal, já que está sacramentado que as duas vagas ao Senado serão do PL. Nos bastidores, dizem que ele não se opõe à ideia.
Amin - O atual senador Esperidião Amin sempre foi amigo de Jair Bolsonaro e nunca escondeu isso. Acredito que a lealdade pesou, já que SC é um estado majoritariamente de direita. Se decidir concorrer à Câmara Federal, terá apoio maciço dos bolsonaristas. Esse sabe fazer política.
Dobradinha - Aqui em Lages, o cenário se movimenta. Já se cogita uma “dobradinha” com Marcius Machado para deputado estadual e o vereador Castor para federal. A lógica não seria o contrário? Mas esse é outro assunto...
Páscoa - Lages já entrou no clima. Crianças pintando ovinhos, centro colorido e coelhos por toda parte. A estrutura da rua que recebeu o “Natal Felizcidade” agora exibe ovos de Páscoa — poucos, é verdade — mas é um começo. Para uma cidade sem tradição nesta época, dar o primeiro passo é o que importa.
Centro-direita? - Em Santa Catarina, não existe “centro-direita”; o que existe é gente querendo se passar por direita. Oferecer alternativas ao eleitor é válido, desde que não se fale asneiras nem se use “mão de ferro”.
Começar a campanha como opositor de Bolsonaro é meio caminho andado para o fracasso em solo catarinense. Na hora do voto, a direita se une; já vimos esse filme. Esse papo de “evitar a polarização” não cola por aqui e, aliás, irrita bastante o eleitor conservador.
Quebra de Decoro Parlamentar- Houve uma representação contra o vereador Jonata por quebra de decoro parlamentar. A acusação alega que ele usou sua autoridade para sustentar publicamente que o PROCON de Lages poderia reprimir “aumentos abusivos de preços”, criando a falsa expectativa de que o órgão tem competência para controlar preços de mercado.
Resta saber se o processo irá adiante, mas fica o alerta: nem tudo pode ser dito por um parlamentar. Por outro lado, o vereador afirma que segue fiscalizando e trabalhando em prol da população.
